1º de dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

1 12 2007

Na Bahia, há 8.330 casos de pessoas convivendo com Aids e calcula-se que há um número muito maior de infectados pelo vírus HIV, sem manifestação da doença. O primeiro caso no estado foi registrado em 1984.

A doença

Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

A aids é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês – Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA).

Síndrome: Grupo de sinais e sintomas que, uma vez considerados em conjunto, caracterizam uma doença.
Imunodeficiência: Inabilidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microorganismos invasores, tais como: vírus, bactérias, protozoários, etc.
Adquirida: Não é congênita como no caso de outras imunodeficiências. A aids não é causada espontaneamente, mas por um fator externo (a infecção pelo HIV).

O vírus

O HIV destrói os linfócitos – células responsáveis pela defesa do nosso organismo -, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a aids já pode ser considerada uma doença crônica. Isto significa que uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus, por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal. Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos estes fatores possibilitam aos portadores do vírus ter uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.

O Vírus da Imunodeficiência Humana, conhecido como HIV (sigla originada do inglês: Human Immunodeficiency Virus), é um vírus pertencente à classe dos retrovírus e causador da aids. Ao entrar no organismo humano, esse vírus pode ficar silencioso e incubado por muitos anos. Esta fase denomina-se assintomática e relaciona-se ao quadro em que uma pessoa infectada não apresenta nenhum sintoma ou sinal da doença. O período entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da aids irá depender, principalmente, do estado de saúde da pessoa.

O HIV age no interior das células do sistema imunológico, responsável pela defesa do corpo. Ao entrar na célula, o HIV passa a fazer parte de seu código genético. As células do sistema imunológico mais atingidas pelo vírus são os linfócitos CD4+, usados pelo HIV para fazer cópias de si mesmo.

As células do sistema imunológico de uma pessoa infectada pelo vírus começam a funcionar com menos eficiência e, com o tempo, a habilidade do organismo em combater doenças comuns diminui, deixando a pessoa sujeita ao aparecimento de vários tipos de doenças e infecções.

A produção desses vírus e sua destruição no nosso sistema imunológico podem ser comparadas ao movimento da água que sai de uma torneira em direção ao ralo de uma pia. A quantidade de água que resta na pia é o resultado da guerra que é travada entre o sistema imunológico e os vírus do HIV.

Doença e Vírus

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Significa que, no sangue, foram detectados anticorpos contra o vírus. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir aos outros o vírus que trazem consigo.

O Sistema Imunológico

O sistema imunológico é um conjunto de estruturas (entre elas, os linfócitos) que são responsáveis por garantir a defesa e por manter o corpo funcionando livre de doenças. Os linfócitos são células muito diferenciadas e podem ser divididas em células do tipo B e do tipo T.

O HIV infecta as células do sistema imunológico, especialmente as células T, levando a uma severa imunodepressão e tornando a pessoa mais suscetível a doenças infecciosas.

Quando uma pessoa tem aids, isso significa dizer que o vírus já causou danos suficientes ao seu sistema imunológico, permitindo que infecções e alguns tipos de câncer se desenvolvam.

O ciclo

O HIV age no interior das principais células do sistema imunológico, os linfócitos. Ao entrar nessa célula, o HIV se integra ao seu código genético.

Entre os linfócitos, o tipo mais atingido pelo vírus é o chamado linfócito TCD4, usado pelo HIV para gerar cópias de si mesmo.

Infectadas pelo vírus, essas células começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. Dessa forma, com o passar do tempo, a habilidade do organismo para combater doenças comuns diminui, permitindo, então, o aparecimento de doenças oportunistas.

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – Aids – ocorre como uma conseqüência da ação do vírus HIV no organismo.

O período médio de incubação é estimado em 3 a 6 semanas. Compreende-se por período de incubação o intervalo de tempo entre a exposição ao vírus até o surgimento de alguns sintomas, como febre e mal-estar (fase inicial). A produção de anticorpos inicia-se de 8 a 12 semanas após a infecção.

Denomina-se fase assintomática o estágio em que a pessoa infectada não apresenta qualquer sintoma. Esse período de latência do vírus é marcado pela forte interação entre o sistema imune e as constantes e rápidas mutações do vírus. Durante essa fase, os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada .

A fase final corresponde à redução crítica de células T, tipo CD4, que chegam abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Adultos saudáveis possuem de 800 a 1200 unidades. Nessa fase, surgem os sintomas típicos da aids, tais como: diarréia persistente, dores de cabeça, contrações abdominais, febre, falta de coordenação, náuseas, vômitos, fadiga extrema, perda de peso, câncer.

HISTÓRICO

1977/78 – Primeiros casos nos EUA, Haiti e África Central, descobertos e definidos como aids, em 1982, quando se classificou a nova síndrome.
1980 – Primeiro caso no Brasil, em São Paulo, também só classificado em 1982.

1981- Primeiras preocupações das autoridades de saúde pública nos EUA com uma nova e misteriosa doença.

1982 – Adoção temporária do nome Doença dos 5 H – Homossexuais, Hemofílicos, Haitianos, Heroinômanos (usuários de heroína injetável), Hookers (profissionais do sexo em inglês). Conhecimento do fator de possível transmissão por contato sexual, uso de drogas ou exposição a sangue e derivados. Primeiro caso de transfusão sangüínea. Primeiro caso diagnosticado no Brasil, em São Paulo.

1983 – Primeira notificação de caso de aids em criança. Relato de caso de possível transmissão heterossexual. Homossexuais usuários de drogas são considerados os difusores do fator para os heterossexuais usuários de drogas. Relato de casos em profissionais de saúde. Primeiras críticas ao termo grupos de risco (grupos mais vulneráveis à infecção). Gays e haitianos são considerados principais vítimas. Possível semelhança com o vírus da hepatite B. Focaliza-se a origem viral da aids. No Brasil, primeiro caso de aids no sexo feminino.

1984 – A equipe de Luc Montagner, do Instituto Pasteur, na França, isola e caracteriza um retrovírus (vírus mutante que se transforma conforme o meio em que vive) como causador da aids. Início da disputa, entre os grupos do médico americano Robert Gallo e do francês Luc Montagner, pela primazia da descoberta do HIV. Estruturação do primeiro programa de controle da aids no Brasil – o Programa da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

1985 – Fundação do GAPA – Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (primeira ONG do Brasil e da América Latina na luta contra a aids). Diferentes estudos buscam meio diagnóstico para a possível origem viral da aids. O primeiro teste anti-HIV é disponibilizado para diagnóstico. Caracterização dos comportamentos de risco no lugar de grupo de risco. A aids é a fase final da doença, causada por um retrovírus, agora denominado HIV – Human Immunodeficiency Virus (vírus da imunodeficiência humana). Primeiro caso de transmissão vertical (da mãe grávida para o bebê).

1986 – Criação do Programa Nacional de DST e Aids.

1987 – Criação do Primeiro Centro de Orientação Sorológica – COAS, em Porto Alegre/RS. Questiona-se a definição de comportamentos sexuais tidos como anormais. Início da utilização do AZT, medicamento para pacientes com câncer e o primeiro que reduz a multiplicação do HIV. Os Ministérios da Saúde e do Trabalho incluem as DST/aids nas SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho e Saúde). A Assembléia Mundial de Saúde, com apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), decide transformar o dia 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids, para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão em relação às pessoas infectadas pelo HIV.

Total de casos notificados no Brasil: 2.775.

1988 – No Brasil, uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde passa a adotar o dia 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Morre o cartunista Henrique de Souza Filho, o Henfil, aos 43 anos. Criação do Sistema Único de Saúde. O Ministério da Saúde inicia o fornecimento de medicamentos para tratamento das infecções oportunistas. Primeiro caso diagnosticado na população indígena.

Total de casos notificados no Brasil: 4.535.

1989 – Morre Lauro Corona, ator da TV Globo, aos 32 anos. Ativistas levam o fabricante do AZT (Burroughs Wellcome) a reduzir em 20% o preço do remédio. Novo Critério de Definição para a classificação de Casos de Aids após o Congresso de Caracas, Venezuela.

Total de casos notificados no Brasil: 6.295.

1990 – O cantor e compositor Cazuza morre aos 32 anos.

1991 – Inicia-se o processo para a aquisição e distribuição gratuita de anti-retrovirais (medicamentos que dificultam a multiplicação do HIV). Dez anos depois da aids ser identificada, a OMS anuncia que 10 milhões de pessoas estão infectadas pelo HIV no mundo. O jogador de basquete Magic Johnson anuncia que tem HIV. O Videx (ddl), que como o AZT faz parte de um grupo de drogas chamadas inibidores de transcriptase reversa, é lançado.

Total de casos notificados no Brasil: 11.805.

1992 – Primeiro estudo sobre o uso de várias drogas combinadas contra o HIV. Estudo sobre a importância das doenças sexualmente transmissíveis (DST) como co-fator para a transmissão do HIV, podendo aumentar o risco de transmissão e aquisição do HIV em até 18 vezes (Dra. J. Wasserheit). Gallo e Montagnier chegam a um acordo definitivo sobre o crédito da descoberta do vírus. A opinião pública brasileira fica indignada quando a menina Sheila Cartopassi de Oliveira, de cinco anos, tem a matrícula recusada em uma escola de São Paulo, por ser portadora de HIV. Inclusão, no código internacional de doenças, da infecção pelo HIV. Ministério da Saúde inclui os procedimentos para o tratamento da aids na tabela do SUS. Início do credenciamento de hospitais para o tratamento de pacientes com aids. Campanha: Vamos todos contra a aids de mãos dadas com a vida.

Total de casos: 14.924.
1993 – Início da notificação da aids no Sistema Nacional de Notificação de Doenças – SINAN. Morre o bailarino Rudolf Nureyev. A atriz Sandra Brea (1952-2000) anuncia que é portadora do vírus. A opinião pública começa a perceber que a doença atinge também as mulheres. O AZT passa a ser produzido no Brasil.

Total de casos notificados no Brasil: 16.760.

1994 – Acordo com o Banco Mundial dá impulso às ações de controle e prevenção às DST e à aids previstas pelo Ministério da Saúde. Estudos mostram que o uso do AZT ajuda a prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho. Definição para diagnosticar casos de aids em crianças.

Total de casos notificados no Brasil: 18.224.

1995 – Medicações consolidadas para o tratamento anti-retroviral até este momento: AZT/ddI/ddC. Uma nova classe de drogas contra o HIV, os inibidores de protease, é aprovada nos EUA. Zerti (d4T) e Epivir (3TC), outros inibidores de transcriptase reversa, são lançados, aumentando as escolhas de tratamento. Estudos revelam que a combinação de drogas reduz a progressão da infecção, mas o custo do tratamento é de US$ 10 mil a US$ 15 mil por ano. Aparecimento dos primeiros inibidores de protease (medicações que dificultam a multiplicação do HIV no organismo). Até esse ano, a assistência medicamentosa era precária. Estudo demonstra que o tratamento precoce das DST, com conseqüente redução no tempo de evolução das doenças e de suas complicações, faz com que o risco de transmissão e aquisição do HIV diminuam. A incidência do HIV é reduzida em 42% com essas medidas (Grosskurt H et al.).

Total de casos notificados no Brasil: 19.980.

1996 – Primeiro consenso em terapia anti-retroviral (regulamentação da prescrição de medicações para combater o HIV). Lei fixa o direito ao recebimento de medicação gratuita para tratamento da aids. Disponibilização do AZT venoso na rede pública. Queda das taxas de mortalidade por aids, diferenciada por regiões. Percebe-se que a infecção aumenta entre as mulheres (feminização), dirige-se para os municípios do interior dos estados brasileiros (interiorização) e aumenta significativamente na população de baixa escolaridade e baixa renda (pauperização).

Total de casos notificados no Brasil: 22.343.

1997 – Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para o monitoramento de pacientes com HIV em terapia com anti-retroviral, com a realização de exames de carga viral e contagem de células CD4 (células que fazem parte do sistema de defesa do organismo ou sistema imunológico). Morre o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Hemofílico, contaminado por transfusão de sangue, defendia o tratamento digno dos doentes de aids.

Total de casos notificados no Brasil: 22.593.

1998 – Validação do algoritmo nacional para diagnóstico das DST no Brasil (Moherdaui F et al.). Ministério da Saúde recomenda a aplicação da Abordagem Sindrômica das DST para seu tratamento oportuno e conseqüente diminuição da incidência do HIV. Onze medicamentos disponíveis, gratuitamente, na rede de saúde. Lei define como obrigatória a cobertura de despesas hospitalares com aids pelos seguros-saúde privados (não assegura tratamento anti-retroviral). Muitos soropositivos que usam o coquetel apresentam cargas virais indetectáveis pelos exames. Mas o HIV continua ‘escondido’ no organismo (gânglios linfáticos, medula e partes do cérebro). Cientistas registram a imagem da estrutura cristalina da proteína gp 120 do vírus da aids, usada por ele para entrar nas células do sistema imunológico atacadas pelo HIV. Campanhas: Sem camisinha não tem carnaval; A força da mudança: com os jovens em campanha contra a aids.

1999 – Aumenta para 15 o número de medicamentos disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Queda de 50% na mortalidade dos pacientes de aids e melhora da qualidade de vida dos portadores do HIV. Estudos indicam que, quando o tratamento é abandonado, a infecção torna-se outra vez detectável. Pacientes desenvolvem efeitos colaterais aos remédios. Marylin, um chimpanzé fêmea, ajuda a confirmar que o SIV (Simian Immunodeficiency Virus ou Vírus da Imunodeficiência dos Símios) foi transmitido para seres humanos e sofreu mutações, transformando-se no HIV. Testes genéticos mostram que o HIV é bastante similar ao SIV, que infecta os chimpanzés, mas não os deixa doentes.

Total de casos notificados no Brasil 1998/1999 (até agosto): 22.102.

2000 – A 13ª Conferência Internacional sobre Aids, em Durban, na África do Sul, denuncia ao mundo a mortandade na África. Dezessete milhões morreram de Aids no continente, 3,7 milhões são crianças. 8,8% dos adultos estão contaminados. O Presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, escandaliza o mundo ao sugerir que o HIV não causa a aids. Realização do I Forum em HIV/Aids e DST da América Latina, no Rio de Janeiro. A partir de acordo promovido pelas Nações Unidas, cinco grandes companhias farmacêuticas concordam em diminuir o preço dos remédios usados no tratamento da aids para os países em desenvolvimento. No Brasil, aumentam os casos em mulheres. A proporção nacional de casos de aids notificados já é de uma mulher para cada dois homens.

Total de casos notificados no Brasil 1999/2000 (até junho): 17.806.

2001 – Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para Genotipagem. O Brasil ameaça quebrar patentes e consegue negociar com a indústria farmacêutica internacional a redução no preço dos medicamentos para aids. Organizações médicas e ativistas denunciam o alto preço dos remédios contra aids. Muitos laboratórios são obrigados a baixar o preço das drogas nos países do Terceiro Mundo. O HIV Vaccine Trials Network (HVTN) planeja testes com vacina em vários países, entre eles o Brasil. Total de casos de aids acumulados: (1980 – 2001) 220.000. 2002 – O Fundo Global para o Combate a Aids, Tuberculose e Malária é criado para captar e distribuir recursos, que serão utilizados por países em desenvolvimento, para o controle das três doenças infecciosas que mais matam no mundo. Um relatório realizado pelo Unaids, Programa Conjunto das Nações Unidas para a luta contra a aids, afirma que a Aids vai matar 70 milhões de pessoas nos próximos 20 anos, a maior parte na África, a não ser que as nações ricas aumentem seus esforços para conter a doença. A 14ª Conferência Internacional sobre Aids é realizada em Barcelona. Total de casos de aids acumulados: (1980-2002) 258.000. 2003
Realização do II Forum em HIV/Aids e DST da América Latina, em Havana, Cuba. O Programa Brasileiro de DST/Aids recebe um prêmio de US$ 1 milhão, da Fundação Bill & Melinda Gates, como reconhecimento às ações de prevenção e assistência no país. Os recursos foram doados para ONGs que trabalham com portadores de HIV/Aids. O Programa Nacional de DST/Aids é considerado por diversas agências de cooperação internacional como referência mundial.

Total de casos de aids acumulados até 2003: 310.310.

2004 – Morrem duas lideranças transexuais, a advogada e militante Janaína Dutra e a ativista Marcela Prado (ambas foram grandes colaboradoras do Programa Nacional de DST e Aids). Lançamento do algoritmo brasileiro para testes de genotipagem. Recife reúne quatro mil participantes em três congressos simultâneos: o V Congresso Brasileiro de Prevenção em DST/Aids, o V Congresso da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (SBDST) e o I Congresso Brasileiro de Aids.

Total de casos de aids acumulados até 30/06/04: 362.364.

2005 – Makgatho Mandela (filho do ex-presidente Nelson Mandela) morre em conseqüência da aids aos 54 anos. O tema do Dia Mundial de Luta Contra a Aids no Brasil aborda o racismo como fator de vulnerabilidade para a população negra.

Total de casos de aids acumulados até junho de 2005: 371.827.

2006 – 20 anos da Criação do Programa Nacional de DST e Aids
19 anos do 1º de Dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno.


Ações

Informações

15 repostas para “1º de dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a AIDS”

13 05 2008
natalia maria da silva (14:45:57) :

acho que deveria ter um relato de uma pessoa que esteja com aids,pois um relato de um individuo que esteja com o virus seria bastante interessante e mobilizador para a sociedade ajuda de alguma forma

natalia maria

2 06 2008
Tiago (23:01:46) :

acho q nao precisaria começar a reportagem com imagem apelativa, pois pessoas q tem AIDS merecem respeito. A imagem indica que pelo fato de a pessoa ter AIDS ela terminara definhada.

21 09 2008
luiz (09:10:12) :

Se o ser humano encotrasse no sexo uma forma de corporalcomplemento de amor e nao como euforia corporal,com certeza muitos casos de aids,seria evitado

com pesar, obrigado

7 11 2008
Mariana (15:21:10) :

A minha opinião é todos aqueles que tiver o vírus do (h.i.v)
deveram ajudar aqueles que não sabem o risco que está corendo de não ussar camizinha pois vcs devem tá pensando
o que esse adulto está pensando pois eu não sou um adulto
sou só uma criança de 10 que está fasendo um trabalho para a minha escola pois eu só quero ajudar a aids pode matar mais
ela tem tratamento é o velho ditado (usar camizinha não tira praser.O que tira praser é viver com medo de pegar o
virus da aids)

7 11 2008
Mariana (15:24:11) :

vamos combater a aids e o virus do (h.i.v)

29 04 2009
Fusquine (20:23:35) :

Vamos (governo) dar todo o apoio para evitar a AIDS, e também tratar esta doença cuel e impiedosa. Dizer que a aids é uma doença crônica sugere um conformismo que tende a amenizar um destino de difícil aceitação e conforto.
A prevenção é muito importante. O Brasil pode se posicionar de forma forte e dedicada a fim de livrar nossa gente desta desgraça.

15 06 2009
roberta kelen (18:16:16) :

para o homen a aids nao tem cura mas eu conheco um homen que cura que salva JESUS CRISTO

16 06 2009
Luzineyde Cardim (11:32:08) :

A AIDS é uma epidemia que merece destaque. O número de casos novos continua aumentando apesar dos esforços do Programa Nacional de DST.
Hoje o paciente tem acesso a serviços de saúde com especialistas,exames e medicamentos gratuitos . Mas a prevenção deveria ser reforçada, com campanhas mais abrangentes. Porém não é fácil falar de sexo seguro em alguns segmentos da nossa sociedade. É difícil dizer pra esposa negociar o uso de preservativos dentro da relação conjugal sem que seja como contraceptivo. É difícil para a esposa que desconfia do comportamento do marido se impor a ponto de exigir o uso da camisinha e viceversa.Sabemos que tem aumentado o número de mulheres infectadas mesmo dentro de relaçãoes supostamente fechadas.

27 07 2009
vadeco (11:05:02) :

para viver livre do virus HIV, é só ter a consciencia que se transar sem camisinha pode contrair o virus.

25 08 2009
leticia (11:34:49) :

meu pai tem o virus do hiv, eu acho que pessoas com o virus sofrem muito precomceito, acho que as pessoas deveriam se concentizar sobre esse assunto e saber que não pega aids de um simples aperto de mão.

eu amo meu pai do jeito que ele é…….se vc tem um pai com hiv
ame ele ainda mais, ele precisa muito do seu carinho, ….

5 09 2009
jaqueline (23:30:56) :

minha opiniao é que;
Deus no inicio deu uma ordem ao homen e este nao o Obedeceu.
Ao inves de obedecer e ter a vida eterna este mesmo, preferiu a desobediencia e ocaminho do pecado. A palavra de Deus idiz que o salario do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna.
Saiba que Deus deu seu filho único para morrer por nós e levar naquela cruz todos os nossos pecados, enfermidades e dificuldades.
Aceite a Jesus como único e suficiente salvador da sua vida , seje livre de todo jugo, goze da paz que está em Jesus e tenha VIDA ETERNA JESUS TE AMA E QUER MUDAR HISTORIA DA SUA VIDA.

28 11 2009
roberto (18:22:48) :

não é possivel com toda tecnologia que a humanidade adquiriu nesses últimos anos, que ainda nao descobriram um remédio para curar esta doença. tenho a convicção que já descobriram sim mas como a indústria farmacêutica é muito
poderosa eles preferem vender estas drogas paliativas.

7 01 2010
Thiago (23:57:51) :

Tenho hiv, e o melhor remédio é sempre a presença de pessoas que amo próximo a mim. Enfim. Boa sorte a todos e até mais!

4 02 2010
Aline Roque (12:23:31) :

Aline Roque
O que manda hoje em dia é a conciencia da população.
A pessoa que tem o virus deve ser muito amparada…
Sua familia deve desmonstrar carinho mais do que nunca…
Td de bom á todos!!!

16 04 2010
Diego Silva (14:47:03) :

sou soro+ e so tenho uma coisa a dizer.
esse virus nao vai me matar! !
e voce que nao tem HIV
se cuide use sempre camisinha, nao importa o tempo da relação use camisinha
nao deim a mesma vacilada que eu dei .
a vida e muito maravilhosa, se permita aproveita-la da melhor maneira possivel use camisinha.

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